Homem do jogo

 

Diogo Cunha

O médio ex-Chaves jogou com um telecomando na mão. Ora pelo ar, ora junto à relva, a organização do jogo do FC Famalicão passou pelos pés do Maestro. Na zona de entrevistas rápidas disse que o “Famalicão criou mais oportunidades”. Graças a ele! A passagem pela 1ª liga foi curta – duas épocas ao serviço do Moreirense – , para um jogador que merece mais do que o 2º escalão do futebol português. Aos 30 anos, Diogo Cunha está em ponto rebuçado.

Em Cima

 

Defesa do Sporting CP

A defensiva leonina, ou melhor, parte dela, esteve em alta frente ao FC Famalicão. No regresso a uma casa que bem conhece, Paulo Oliveira quis provar (e conseguiu) a Jorge Jesus que não é jogador para estar no banco ou na bancada. No lado direito da defesa, a experiência contra a juventude. João Pereira não subestimou Medeiros, mas mostrou-lhe quem manda.

O jogo em Famalicão servia para Jefferson mostrar a Jesus que ainda está aí para as curvas. Se quer convencer, precisa de fazer muito mais do que aquilo que fez  nos 86 minutos em que esteve em campo. A Douglas, o medo de errar tomou conta dele. Na estreia pela equipa A do Sporting, o brasileiro não comprometeu, mas também não deslumbrou.

Rui Silva

Rui, a cadeira é tua. O olheiro passou de observador de jogos para homem do leme em 48 horas. As palavras de agradecimento a Ulisses Morais – que esteve no estádio a assistir à partida – sucederam-se na “flash interview”: “O mister deve estar orgulhoso do que fizemos hoje”. “Hoje”, até porque Rui Silva está de passagem e o FC Famalicão deve conhecer novo treinador na próxima semana. Um aplauso para a equipa técnica do FC Famalicão.

“A magia de Gelson”

Começou no banco, mas JJ entendeu que a partida precisava de ser agitada. Gelson sacou da varinha mágica, que é como quem diz, da qualidade que mora nos seus pés, e o futebol do Sporting ganhou outra vida. Era o que faltava ao ataque leonino, numa altura em que as segundas linhas não convenciam o técnico português.

Em baixo

 

Alan Ruiz e André

A dupla sul americana tinha em Famalicão uma boa oportunidade para mostrar serviço. A posição indefinida de Ruiz e a falta de ritmo de André, baralharam o ataque sportinguista e facilitaram a vida aos centrais famalicenses. Não se fazem Slimanis de um dia para o outro e, no caso de Alan Ruiz, é necessário perceber qual a sua posição.