Os Squeeze Theeze Pleeze estão de volta, com o EP “Mais Fácil”, lançado no passado dia 25 de novembro em formato digital. O novo trabalho contém o primeiro tema em português em 14 anos de discografia e inclui também três temas inéditos e uma reedição. A banda que nasceu em Cantanhede conta que está mais experiente, mas ainda cheia de sonhos.

Como é que em 1997 surge a vossa banda?

Numa conversa de café, cinco amigos, paixão pela música… sai a pergunta: “Vamos fazer uma banda?”.

Porquê o nome “Squeeze Theeze Pleeze”?

Estava escrito dessa maneira numa camisola toda 80´s de um dos membros da banda… e assim foi.

Quais as diferenças entre os Squeeze Theeze Pleeze de 2009 e os de hoje?

Mais velhos, mais experientes, mais maduros, menos precipitados, mas com a mesma paixão pela música.

Qual é a sensação de voltar a produzir temas originais e lançar um EP ao fim de 8 anos?

Na realidade não estivemos parados, estivemos sempre ligados e a produzir, mas noutros projetos.

É a primeira vez que têm um tema em português. Porquê esta opção agora?

Fomos desafiados pela nossa agência e também pelo mercado. Como, durante o nosso percurso também já tínhamos explorado essa nossa “curiosidade” sobre compor em português, decidimos ir em frente, assumindo também essa vertente.

Que reações têm recebido ao vosso regresso?

Até agora o feedback tem sido muito positivo… A maioria acha piada, apoia e está aí connosco… Mas, como em todos os casos, outros haverá que não achem tanta piada (risos).

Porque decidiram reeditar o tema “Sometimes a Little Some Time”?

Precisávamos de fazer uma ligação ao passado, mas que, de alguma forma, fizesse sentido com o caminho que pretendemos seguir agora. Esse tema foi emblemático e achámos por bem recuperá-lo.

14 anos depois do vosso primeiro trabalho, a vida da banda é  agora ‘mais fácil’?

Para nós, músicos, o que nos faz ser felizes é fazer música e é isso que estamos a fazer. E quem quer, quem trabalha mais cedo ou mais tarde recolherá.

Em que é que se inspiram para os vossos temas?

No quotidiano, na vida, no dia-a-dia… na atualidade.

Quais são as vossas maiores influências musicais?

Muito vastas, ouvimos de tudo um pouco, desde que consideremos bom…

Em que projetos se envolveram desde 2009?

Destacamos um – chama-se “That Rebellion”, com o qual ganhámos um concurso importante a nível nacional. Também temos um disco na calha, mas só daqui a uns tempos, claro. Para já, estamos de volta com STP (Squeeze Theeze Pleeze)!

Que planos têm para o futuro?

Todos os planos que os sonhos permitem… ou seja: sem limites! Queremos encher o MEO Arena, o Coliseu, o Campo Pequeno… Vamos conseguir? Não sabemos… mas sonhamos!