A novela que envolve a subida do Gil Vicente na secretaria continua. O clube minhoto está há dois anos à espera da reintegração na Primeira Liga, esta que só poderá acontecer, no mínimo, na temporada de 2018/2019. Os gilistas já reagiram à decisão aprovada esta semana na Assembleia Geral da Liga.

No âmbito do Caso Mateus e onze anos depois, o emblema de Barcelos prossegue a luta contra a justiça. A reintegração no principal escalão do futebol português só poderá acontecer nessa época devido à situação não favorável para os gilistas no julgamento em tribunal.

O Gil Vicente afirmou que a decisão “desrespeita os princípios da verdade, lealdade e ética desportiva, do principio da proteção da confiança, da segurança e certeza jurídicas, igualdade e proporcionalidade”, alertando também que “esta solução revelar-se prejudicial para os direitos, interesses e expectativas do clube/sociedade desportiva que viu reconhecido por decisão judicial o acesso à participação em determinada competição profissional”.

Na Assembleia Geral foi também decidido que os quadros competitivos das competições profissionais incluem 18 clubes cada na próxima época.

O Gil Vicente já comunicou o protesto contra a ação da Assembleia Geral da Liga, através da interposição de recurso para o Conselho de Justiça da Federação Portuguesa de Futebol.