As salas dos Cinemas Cinemax bracarenses recebem a primeira extensão do DocLisboa, entre os dias 23 e 25 de novembro. O evento conta com a exibição de quinze filmes, incluindo duas sessões do DocEscolas, promovidas pelo Projeto Educativo.

Na 16ª edição do festival, o DocLisboa promete cumprir dois objetivos fundamentais, como afirmou uma das diretoras, Cíntia Gil, ao Jornal de Notícias: “continuar a ser um local de referência para apresentação de filmes portugueses” e “continuar a ser um festival pertinente e relevante internacionalmente”.

A diretora acrescenta ainda a existência de mais filmes portugueses na programação, “filmes de diferentes gerações, de diferentes escritas, de diferentes durações”, explicitando, contudo, que “o festival só tem pertinência quando o meio, do qual nasce e no qual se insere, o reconhece”.

Nesta mostra, que contará com a presença da programadora Joana Sousa, o destaque vai para cinco filmes do acervo do projeto “Vídeo nas Aldeias”, através dos quais se visitam os territórios imagéticos e identitários dos povos indígenas do Brasil e que convidam também o público infantil a se aproximar deste género cinematográfico.

Para o público em geral, são propostos ainda dez filmes das várias secções competitivas do festival, que perfazem uma viagem intensa por novos modos de perceção da realidade.

Um projeto da responsabilidade da Companhia Teatro Braga- Maria Augusta Produções, Cinemas Cinemax e financiado pelo Município de Braga, que promete ser um sucesso tanto para miúdos como para graúdos, incluindo filmes como: “A História do Monstro Khátpy”, de Whinti Suyá, Kambrinti Suyá, Yaiku Suyá e Kamikia P. T. Kisêdjê,Espadim”, de Diogo Pereira ou “O Canto do Ossobó”, de Silas Tiny.