Braga aderiu à greve climática e dezenas de estudantes manifestaram-se nas ruas da cidade, pedindo medidas urgentes para combater as alterações climáticas.

A segunda greve estudantil climática realizou-se esta sexta-feira. Participaram 111 países, incluindo Portugal, e saíram às ruas para se manifestarem pacificamente sobre o assunto, que tem vindo a preocupar os mais jovens. Em Braga, cerca de 250 estudantes desfilaram pelas ruas da cidade, reivindicando um planeta melhor.

Dezenas de cartazes invadiram a capital do Minho que, desde a Avenida Central até à Câmara Municipal de Braga, acompanharam os estudantes que se manifestavam pacificamente.

A estudante Ana Rita Monteiro considera urgente “consciencializar todo o planeta e todas as pessoas da quantidade de plásticos, da quantidade de fumos, da quantidade de más ações que estamos a fazer atualmente e que passam completamente despercebidas”.

Os jovens acreditam ser o “futuro” que pode revolucionar o planeta. “Nós que estamos a ser instruídos temos consciência daquilo que está a acontecer e portanto sim acredito que nós vamos mudar alguma coisa”, afirmou a manifestante.

Em frente à câmara de Braga, o vereador do ambiente, energia e desenvolvimento rural, Altino Bessa dirigiu-se aos estudantes e apelou à ação individual das pessoas. Os manifestantes mostraram-se insatisfeitos com as palavras do vereador e afirmaram que a ação individual não é suficiente.

O final da greve climática foi marcada por uma promessa: dia 27 de setembro faz-se greve geral pelo clima.