Campus de Gualtar e Azurém abrem as portas para visitantes conhecerem melhor a dinâmica da Universidade do Minho.

A Universidade do Minho foi palco da primeira edição da Universidade do Minho de Portas Abertas (UPA). De quinta-feira a sábado os campi de Gualtar e Azurém receberam os visitantes com diversas atividades, através de oficinas, visitas a laboratórios e apresentações culturais.

Algumas das atividades foram cancelas porque, segundo Paula Mesquita, do gabinete de comunicação da UM, “não atingiram o número mínimo de participantes”. Os alunos dessas dinâmicas foram deslocados para outras.

A iniciativa contou com mais de mil inscritos. “Queremos mostrar a universidade aos cidadãos”, explicou o pró-reitor para os Assuntos Estudantis e Inovação Pedagógica, Manuel João Oliveira. Os visitantes tiveram, ainda, a oportunidade de conhecer os diversos stands dos diferentes institutos e escolas da Universidade do Minho. O foco da iniciativa é, segundo o reitor da academia minhota, os futuros estudantes da UM.

Cátia Barros/ ComUM

Jacinta Meira, aluna da Escola Básica e Secundária Pintor José de Brito em Viana do Castelo, considera este tipo de eventos muito importantes para os alunos, bem como para os encarregados de educação pois “conseguem clarificar dúvidas que tenham sobre o ensino superior”. Já Marta Oliveira, aluna da Escola Alberto Sampaio em Braga, estava à espera de atividades “mais práticas”. Contudo, acredita que a sua visita à academia minhota a vai ajudar na escolha da universidade e do curso.

Alguns atuais alunos da universidade marcaram presença na UPA para esclarecer as dúvidas aos futuros alunos. Belchior Lopes, aluno da licenciatura em História, crê que a UPA é fundamental, mas necessita de “uma exposição maior”, visto que “o evento esteve um pouco parado”.

Paula Mesquita admitiu que a UPA contou com alguns pormenores que “têm de ser repensados”. O balanço final do evento, tendo em conta o pouco tempo de organização, foi positivo.