Robert Trujillo é o nome artístico de Roberto Agustín Miguel Santiago Samuel Juan Pablo Gonzalo Fernando Gabriel Pérez de la Santa Concepción Trujillo Veracruz Bautista (percebe-se o porquê de querer encurtar o nome). É um baixista e compositor norte-americano, mais conhecido como um dos membros da banda de Heavy Metal Metallica. Celebra esta quarta-feira o seu 54º aniversário.

Oriundo de Santa Mónica, na Califórnia, Robert tocou em várias bandas antes de se juntar aos Metallica: Suicidal Tendencies, Infectious Grooves, Mass Mental, Black Label Society, entre outros. A sua carreira começou quando conheceu Mike Muir e Rocky George, da banda Suicidal Tendencies. O estilo e talento como baixista foram apreciados pela banda e Trujillo tocou com o grupo por um período considerável.

Na década de 90, Muir e Trujillo criaram a banda Infectious Grooves. Aqui, Robert foi baixista durante vários anos, até deixar o grupo para se juntar a Ozzy Osbourne, onde permaneceu até 2003. O próximo destino musical seria a grande e internacional banda de Trash/Heavy Metal, os Metallica, que não era desconhecida para Robert. Chegou a abrir um dos concertos do grupo de James Hetfield, em 1994, no Summer Shad Tour. Ao entrar na banda, foi-lhe oferecido uma quantia de 1.000.000 dólares.

Relativamente a família, parece que o gene musical está intrínseco. Robert teve o filho, Tye, a seguir os seus passos e é hoje um baixista. “Filho de peixe sabe nadar”, como a expressão nos diz. Membro dos The Helmets, já chegou a tocar como substituto em bandas como Korn e Suicidal Tendencies – antiga banda do pai. Esqueci-me de mencionar que ele tem apenas 15 anos? Sim, 15 anos. Mesmo aos 12 anos de idade tocou em palco com a banda de Nu-Metal Korn.

Robert Trujillo consegue, tranquilamente, dizer que tem uma carreira de sucesso: um nome quase tão grande como as bandas em que participou; membro de uma das bandas dos “Big Four of Thrash”, Metallica – sendo as outras os Anthrax, Megadeth e Slayer; e um filho a caminho do estrelato. Robert não deixou nada por fazer no baixo e no palco. Sem dúvida, um baixo que nunca vai abaixo.