O montante tem como principal destino a requalificação de escolas e a musealização da Ínsua das Carvalheiras.

Foi nesta segunda-feira que Ricardo Rio, presidente da Câmara de Braga, anunciou a contração de um empréstimo de 10 milhões de euros. Este está destinado a aumentar os investimentos nas áreas de educação e do património cultural.

A autarquia pretende investir sem causar qualquer tipo de penalização ao munícipes. Para isso, esperam alienar património, salientando a vontade de vender o edifício da Fábrica da Cobrança. Para além disto, visam arrecadar verbas em sede de candidaturas a fundos comunitários, já que se encontram numa época estável de recursos. E, por fim, a Câmara pretende também contrair empréstimos bancários, sempre de forma consciente.

A propósito desta última medida, Ricardo Rio afirma não ter nenhum problema a contração de empréstimos, “desde que sejam bem orientados para investimentos reprodutivos e que a Câmara tenha capacidade de fazer face aos encargos decorrentes”.

O município pretende requalificar seis escolas básicas do concelho, bem como desenvolver um projeto ligado às ruínas da Ínsua das Carvalheiras, numa altura em que “os juros estão numa fase favorável”, garante Ricardo Rio.