O orçamento da academia minhota vai beneficiar "de uma subida importante". Contudo, a continuação do subfinanciamento dos estabelecimentos de ensino superior não torna possível responder a necessidades a nível do edificado.

O aumento de aproximadamente 3,5 milhões de euros no orçamento da academia, segundo Rui Vieira de Castro, não se traduz num crescimento efetivo. Explicando, em declarações à RUM, também que “não chega para cobrir despesas adicionais com as quais a UMinho está comprometida”.

O reitor da academia refere que as verbas que a universidade vai beneficiar já têm um destino. Dos 3,5 milhões de euros, 2,1 milhões correspondem ao diferencial resultante da baixa dos valores das propinas. Sendo este um valor que o Estado assumiu que deveria ser reembolsado.

Contudo, um dos problemas referidos foi a integração de 120 precários ao abrigo do Programa de Regularização Extraordinária dos Vínculos Precários na Administração Pública  cujos encargos rondam os 1,7 milhões de euros.

Ainda assim, o Ministério da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior comprometeu para o próximo ano um aumento de 5%. Até ao final da legislatura vai se dar um aumento anual de 2%. Rui Vieira de Castro, confirmou ser uma medida “positiva” visto que os orçamentos das academias não vão ser alvo de cativações.