A sexta edição do encontro debateu as ambições e desafios sentidos pelos estudantes do Minho que chegam de Timor.

No âmbito do projeto DiverCidade Braga – Uma viagem intercultural, realizou-se esta quinta-feira o sexto Café Intercultural. O encontro aconteceu no Espaço AAUM (Associação Académica da Universidade do Minho) com o tema “Estudantes timorenses: ambições e desafios”.

Um dos intervenientes do encontro foi Paulo Henriques, presidente da Associação dos Estudantes Timorenses do Minho (AeTM). O imigrante timorense, que está em Braga há três anos, partilhou a sua experiência e confessou que sentiu “um choque de culturas” quando veio para Portugal.

É de mencionar que o estudante de Timor frequenta o Doutoramento em Ciências da Educação da Universidade do Minho e é presidente da AeTM desde 2017. No encontro, referiu que a associação, fundada em 2012, pretende “ajudar na integração e na parte burocrática” dos alunos que chegam de Timor.

Em representação do Município de Braga, interveio António Direito, coordenador da divisão de Coesão Social e Solidariedade. O responsável abriu a sessão, referindo que “Braga é uma cidade aberta a receber e sempre pronta a inovar”.

Os ‘Cafés Interculturais’ são uma das iniciativas do projeto municipal DiverCidade Braga – Uma viagem intercultural. Este projeto é financiado pelo FAMI – Fundo para o Asilo, a Migração e a Integração, que tem como propósito promover a integração e união das diversas comunidades migrantes que cohabitam na cidade de Braga.

O sétimo Café Intercultural acontece já na próxima quinta-feira, 15 de outubro, pelas 17h, no Café-Concerto RUM by Mavy (Edifício gnration). O encontro vai abordar o tema “Música com Arte” e conta com a participação de Ricardo Rio, presidente do Município de Braga, e de Cláudio Cacau, músico emigrante brasileiro. A participação no evento está sujeita a inscrição prévia.