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Isto de fazer Erasmus tem o que se lhe diga. É muito mais do que sair todas as noites para discotecas, é muito mais do que conhecer cada canto da Europa, é muito mais do que aprender a superar dificuldades, é muito mais do que isto e é tudo isto e mais alguma coisa.
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Não é incomum ouvir algum
músico jovem dizer que não canta em português. Atrevo-me a afirmar
que serão uma boa maioria. Alguns dirão que estão mais habituados
a ouvir música em inglês. Outros, mais ousados, gritarão aos sete
ventos que é em inglês que sentem aquele “feeling”, aquela cena de
artista.
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Nesta
cidade de loucos onde tudo é possível, decidi ter a minha experiência
Erasmus. Todos querem, todos falam, mas nem todos têm a coragem de
pegar na mala às costas e sair do conforto do lar para 5 meses de completa
loucura, com tudo o que esta tem de melhor e de pior.
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Parece
que 65% dos estudantes da Universidade do Minho dormem mal. Parece, também, que
isso está correlacionado com o consumo de tabaco e álcool – que suponho serem,
para já e enquanto não chega o megafone, os instrumentos de trabalho do AGIR.
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1 – Os anos que passam e me prendem a esta universidade, apesar de licenciatura já finda e consequentes acrescentos, levam-me a tentar referir, mais uma vez, uma das mais polémicas iniciativas associativas. A praxe. Em bom ponto, por muitas e variadas vezes, a ela me referi. Defensor, desde sempre, pelo seu intuito inclusor, primeiramente, e pelo seu sentido adaptabilístico, em segunda instância, é natural que não me reveja nas posturas dos seus opositores.
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