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Vão ser instalados, em alguns serviços da UM, Terminais
de Pagamento Automático (TPA's). Com a medida, pretende-se que os pagamentos sejam feitos através de um cartão de tipo multibanco, para simplificar
as operações de pagamento, minimizar os custos e os tempos envolvidos
nas operações bancárias.
Com o novo sistema de pagamento, os alunos já não vão ter de se dirigir a locais como este para adquirirem senhas. Foto: Francisca Fidalgo
Não foi possível falar com Carlos Silva, administrador dos Serviços de Acção Social da Universidade do Minho (SASUM). Porém, em nota enviada à imprensa, Silva refere que o “sistema de pagamentos de baixo valor nas Unidades dos Serviços
de Acção Social” nasceu no âmbito de um protocolo, realizado
entre a Universidade do Minho (UM) e a Caixa Geral de Depósitos (CGD).
Para
além da opção bancária, o novo cartão (Smart Card com tecnologia
Java Card com capacidade de memória e processamento) tem também outras
funcionalidades, como a inclusão de um chip EMV (Europay, MasterCard
e Visa) que contém um certificado digital com valor legal, que “identifica
univocamente” o funcionário, docente ou aluno, que fazem parte da comunidade a quem se destina esta nova modalidade de pagamentos.
Esta permitirá ainda o acesso seguro, com autenticação, a diversos serviços
electrónicos, que serão “oportunamente divulgados” pelos SASUM.
Numa
primeira fase, foi já instalado um TPA no restaurante Grill, no campus de Gualtar, que permite que o pagamento se faça através deste novo cartão, sem que seja necessário marcar o código PIN, em transacções até 15 euros diários. Acima deste valor, é necessário introduzir o código no terminal.
Estas funcionalidades permitem “simplificar
as operações de pagamento, minimizar os custos e os tempos envolvidos”
nas operações bancárias do quotidiano universitário, acrescenta o administrador dos serviços.
A intenção dos SASUM é que estes TPA's sejam implementados em todas
as Unidades dos SASUM até Janeiro de 2009. Usando o cartão bancário da UM/CGD, todos os pagamentos vão ser processados de forma electrónica,
evitando-se o recurso à transacção em “moeda”. Esta medida
tem uma aplicação especial nas Cantinas, porque deste modo os alunos evitam
a compra das senhas de refeição.
Ainda assim, na mesma nota, Carlos Silva admite ter consciência de que, em algumas situações, esta medida poderá aumentar o
tempo de espera. No entanto, os SASUM estão a avaliar “outras
medidas que permitam reduzir esses tempos”.
12/12/08
Carina Pereira
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