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O “Comboio do Caloiro” trouxe à Universidade do Minho (UM) aproximadamente 3000 alunos da Universidade do Porto (UP). A actividade, organizada pela Federação Académica do Porto (FAP) em parceria com Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), proporcionou a caloiros e doutores de ambas as academias uma noite de festa, onde todos puderam cantar e dançar. “O ambiente é fantástico”, disse ao ComUM Ana Sousa, estudante da Universidade Católica do Porto.
O frio que ontem se fez sentir não impediu os alunos das academias minhota e portuense de se divertirem na festa que decorreu no Campo de Futebol de Gualtar, onde foi instalada uma tenda de circo de propósito para o evento. Durante a tarde, os estudantes exibiram os seus trajes e t-shirts de curso pelas ruas da cidade bracarense. Gritos, músicas, guerras de curso e a omnipresente cerveja não deixaram que os ânimos dos estudantes de ambas as academias arrefecessem. “Acho esta iniciativa óptima”, referiu Ana Sousa, estudante da Universidade Católica do Porto. Na sua opinião, os estudantes minhotos são “extremamente simpáticos”, resumindo o ambiente vivido nessa noite numa só palavra: “fantástico”. Joana Rodrigues, aluna da Faculdade de Ciências da mesma cidade, também tinha uma opinião positiva da actividade: “Muito fixe”, resumiu. As opiniões dos alunos bracarenses não divergem muito das dos seus colegas do Porto. “Foi um evento muito bom, superou as minhas expectativas, acho que a organização esteve excelente”, adiantou Samuel Duarte, aluno de Engenharia Electrónica da UM. “Acho que a nossa universidade, em conjunto com outras, devia organizar mais actividade destas”, acrescentou o estudante.
 Parte do cartaz do Comboio do Caloiro, que se realizou no Campo de Futebol de Gualtar. Imagem: AAUM
A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) ficou satisfeita com a boa disposição de todos os alunos que participaram no acontecimento. Para Daniel Vieira da Silva, vice-presidente do Departamento de Comunicação Divulgação e Imagem, “foi muito bom ver os alunos de Braga e do Porto a cantar e bater palmas todos juntos”. “Ficámos contentes com o ambiente que ali se viveu”, rematou. “Nós teríamos todo o gosto em organizar esta actividade para os alunos da academia minhota”, declarou Vieira da Silva. Contudo, é necessário “prestar atenção à realidade da UM, que tem cerca de 16 mil alunos, pelo que seria muito difícil mobilizar” tamanha quantidade de estudantes para outras faculdades, referiu o responsável, também ele estudante da academia bracarense. No entanto, a esperança ainda não morreu: ”Se virmos que há interesse por parte dos alunos, poderemos fazer uma parceria com outra associação académica”. Actualmente, porém, ”nem sequer equacionamos esse cenário”, finalizou Daniel Vieira da Silva.
26/10/07
Cidália Barros
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