Isto foi há dias, entrava eu na universidade, para o primeiro dia de aulas após as férias. Era um grupo de meninas, miúdas, 17-18 anos, que querem todas ser educadoras. De pulmões abertos, trauteavam uma lenga-lenga que não impressionava, a não ser pelo remate e pela adequação do nível de linguagem à faixa etária que é o mercado alvo deste segmento universitário. Rezava assim, o fim da lenga-lenga: “o teu pipi no meu pópó”. Na verdade, não estou certo se não era “o meu pipi no teu pópó”.