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por Rui Passos Rocha

Já fomos revista, desaparecemos e voltámos recentemente na Internet. Há dois anos, a completar amanhã, mais precisamente. Por muitos mais nos queremos manter. Sem interrupções pelo meio. Sem quebras de produção. Com objectivos bem delineados na mente... e no papel, para onde vamos. Adiante. Sem pontos finais aborrecedores a pausar indefinidamente os bons resultados dos dias.

COMUM foi nome de revista, surgida no longínquo ano de 1994. Comum Online foi a nossa identidade de Dezembro de 2005 a Outubro do presente ano. ComUM é como nos apresentamos agora. As reformulações desenrolam-se ao sabor de reestruturações internas, tão rápidas quanto a passagem dos anos académicos dos seus membros. Sim, porque o ComUM nasceu nas mãos das melhores parteiras - porque os bons exemplos deixam rasto - e foi criado por aqueles a quem elas o confiaram.
 
Não somos dirigidos por uma qualquer dinastia imperecível, até porque para isso seria necessária uma qualquer mina pela qual valesse a pena privar os outros. Promovemos a concorrência, no bom sentido (que outro sentido há a dar-lhe quando partem todos de um mesmo ponto?), pois todos cá estamos para o mesmo: aprender. Sozinhos, à medida que vamos aprendendo a caminhar, e em conjunto. Porque é isso que gera coesão.
 
Movem-nos o altruísmo e o 'combustível' natural de quem é novo nestas andanças - e nelas sabe que se quer manter por muito tempo. Movem-nos também ensinamentos directos ou indirectos daqueles que esboçaram independência informativa para esta academia. Move-nos, por fim, a observância do agrilhoamento noutras paragens. Sem binóculos.
 
Em papel de guardanapo. Foi aí que o Comum Online surgiu em finais de 2005. Hoje, a um dia dos dois anos de existência, preparamo-nos para brevemente começar também a escrever em papel de jornal, esse sim mais perecível do que o desborrado espaço da Internet. Quer sejamos bem ou mal sucedidos, esperamos que algures no futuro a alguém ocorra pensar (e quiçá escrever um editorial sobre isso) que houve um grupo de pessoas que demonstrou que a vontade férrea é mais que meio caminho andado.
 
É esse sentimento que nos assalta quando imaginamos os planos dos colegas proto-jornalistas de 1994 e de 2005. Esses que nos fazem sentir como que dentro da caverna de Platão.




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Comentários
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pedroromano  - Caro 'Volata para o ano 2050' 28-12-2007 22:05:24
Claro que pode. Não é recomendável numa discussão, mas é compreensível neste contexto. Quando não se tem razão, a melhor forma de não admitir a ignorância é calar as opiniões contrárias.
Volata para o ano 2050  - bai e nao boltes 28-12-2007 09:17:21
ó Rui só dizes merda.
Cala-te!

(Não sei se se pode mandar calar um cumuna, não sendo monarca.)
Rui Vale  - O insulto sem rosto é sempre mais fácil 27-12-2007 17:43:50
Mingos, a sua obsessão com os próprios tomates é de registar. Só lamento que não consiga articular uma ideia sem os meter pelo meio. Até agora já os referiu inúmeras vezes mas ainda não teve coragem para revelar o próprio nome. Acredito que tenha uns 'tomates' enormes, mas parece-me que o carácter continua lá muito por baixo.

Quanto aos amigos comunas, lamento desapontá-lo. Não sou estudante de CC e não conheço pessoalmente nenhum redactor ou dirigente do ComUM. Mas, caso tivesse algo a apontar-lhes, não estaria a esconder-me por detrás de um nickname descartável.

Mas compreendo a opção. A crítica e o enxovalhamento fazem-se melhor quando sem a responsabilidade de uma assinatura. Infelizmente, há-de chegar o tempo em que até o Mingos terá de assumir aquilo que diz. Nessa altura, espero que tenha mais 'tomates' como jornalista do que está a ter como comentador ;)

um grande abraço
mingos peto  - Rui Vale 27-12-2007 16:04:39
1.Amigo rui os meus tomates estarão sempre à sua disposição para o satisfazer.

2.Se a mim me falta carácter, a ti deve faltar-te qualquer coisa mais, visto que deves precisar dos meus tomates pois até falaste neles para tagarelar sobre o meu carácter.

3.Ao contrário de ti, dirigi-me a ti pessoalmente quando tratei de algo e não fui buscar os outros amigos comunas para me defenderem neste site.

4.Se os meus colegas de Curso gostam ou não de mim isso já é com eles e não contigo. Aliás estou a adorar este bate-papo contigo. Assim também desabafas.

5.Continuo a dizer que o teu português me fascina. Deve ser tão belo escrever no Comum com um dicionário a teu lado…como os jardins de Vila do Conde.

6.Espero que no teu Natal o Pão de ló não tenha sido escravo do teu desejo a pensar nos meus tomates.
Roland 27-12-2007 13:35:16
Muito sensato, patrão.
ruipassosrocha 27-12-2007 11:31:28
«Critique o jornal (que não é meu) à vontade»
A menos que esteja também ele a recorrer ao anonimato, Rui Vale não é colaborador do ComUM.
Contrariamente, Mingos Peto é - a não ser que eu esteja redondamente enganado - um antigo redactor do ComUM, que entretanto saiu da equipa (confesso que desconheço os motivos).

«No que toca a liberdade, o Comum não tem muito que aprender»
Desde que foi fundado em finais de 2005, o ComUM crê que é mais propícia ao debate de ideias a abertura total das caixas de comentários; essa liberdade garantida aos leitores não inclui a edição ou eliminação de comentários por parte da administração do jornal. Ao invés, abre a porta a comentários construtiva ou destrutivamente críticos. No entanto, continuamos a achar que a opção que tomámos é a melhor.

Mingos Peto: Tem toda a legitimidade para criticar o nosso trabalho. Há aspectos em que temos, certamente, de melhorar. Para isso tem em suas mãos três possibilidades: escrever comentários, usar os contactos de e-mail para isso destinados (ver Ficha Técnica) ou juntar-se a nós, visto que é aluno de Ciências da Comunicação.
caputa  - Ã³ zé manel de baixo 27-12-2007 08:51:54
gosto da tua luta mas nao vales um feijão.
O facto de ele te deixar escrever na parede do quarto não significa existir liberdade. No máximo permissividade.
Julgo que o senhor mingos (se calhar não é anónimo pois deriva de Domingos) se refere a um pouco mais de humildade por parte do jornal e, nos casos precisos, a correcção do erro.
Atacar de facto não vale mas é um tonhó tao pacovio ó rui vale.
Rui Vale  - Mingos Peto 26-12-2007 18:43:07
1. Atacar como resposta, muito bem. Isso é que é categoria. Os seus amigos de CS devem estar muito felizes por partilharem um curso com tão distinto personagem.

2.Pode chamar burro como uma porta à vontade. Não ganha mais razão com isso, mas compreendo que seja do melhor argumento que consegue arranjar. ;)

3. Critique o jornal (que não é meu) à vontade. É fácil. É feito por alunos, não deve ser difícil encontrar erros. Mais difícil é fazer melhor. Parece-me que o Mingos tem grande facilidade em criticar mas no que toca ao segundo ponto, é uma nulidade. Daí me parecer que as suas críticas manifestam a dor de um sentimento de impotência.

4. Parece-me que, no que toca a liberdade, o Comum não tem muito que aprender. Repare que até lhe dão tempo de antena para achincalhar o jornal. Quantos jornais nacionais permitiriam o mesmo? (partindo do princípio de que o Mingos lê jornais). Já agora, o Mingos estaria na disponibilidade de conceder uma parede do seu quarto para eu escrever poesia satírica acerca da sua pessoa? Se disser que sim, aceito que o mingos é pelo menos tão liberal como o Comum.

PS- É de uma cobardia ígnara alguém usar o anonimato descartável para maldizer os colegas à vontade. Acho que a sua crítica só ganharia força se revelasse a identidade. Era uma demonstração de coragem e um mínimo de respeito para com a direcção do jornal, que também faz o seu trabalho sem recorrer a nick-names. Até lá, parece-me que o Mingos Peto vai continuar a ser visto como um anónimo ressabiado que nem para mostrar a cara tem tomates. Espero que o Natal lhe tenha trazido muitas prendas e, já agora, um carácter - que muita falta lhe faz ;)

caputa  - 15 a zero 26-12-2007 17:29:51
óóó
mingos peto alé
mingos peto alé
mingos peto alé

mingos peto alé

Que cabazada ó comunas e pseudo
mingos peto  - Rui vale... 26-12-2007 16:55:52
Caro amigo do bacalhau, vulgo Saul, nunca me vou envergonhar de enfrentar o que quer que seja pois na minha terra diz-se que quem tem medo compra um cão e eu para enfrentar quem quer que seja muito menos tu que só dizes palha!
Quanto ao rui vale quero dar-lhe os parabéns pela magnífica escrita que o seu tão humilde e singelo comentário possui. 1)o seres frustrado é uma simples resposta ao ressabiamento a que a minha pessoa foi atingida. 2) Antes de te armares em homem que sabe de tudo porque tens muitos apoiantes vou-te dar umas dicas. Ou não percebes ou sou tentado a chamar-te burro como uma porta. Mais uma vez (não é a primeira e nem deve ser a última porque enfim…) digo-te: critico o teu jornal porque sou aluno da UM e também de CS! Percebes a diferença??? TAMBÉM! Já te tinha dito isto amigo mas pronto tu és o que és. 3) Já dizia Di Stéfano: “nunca tantos estiveram contra um sóâ€. Porém, quem gosta de liberdade (desculpem se vos atinjo com esta palavra) critica e não anda aqui com paleios como vocês. Amigo Rui uma ultima nota: mais trabalho, mais competência e quanto a ti estou sempre disponível para um bate-papo porque o teu português é muito bonito... como os jardins de Vila do Conde.
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