João, do Mestrado Integrado em Engenharia Biológica, contou ao ComUM que "na quarta-feira os autocarros estavam muito lentos". Para Catarina, do curso de Estatística Aplicada, este problema era facilmente resolvido pela colocação de "mais autocarros e mais seguidos".
Por sua vez, Luís, do 1º ano de Enfermagem, disse ao ComUM que não havia forma de melhorar a questão dos transportes porque o número de alunos é muito grande. Apontou, contudo, o problema do espaço: "acho que podia ser um espaço aberto. É o único problema. É um espaço muito pequeno, embora hoje [quinta-feira] esteja pouca gente. Ontem, por exemplo, estava muito mais cheio e andávamos aqui todos ao monte, o chão começa depois a colar e é toda a gente a verter bebidas para cima das pessoas." Houve, ainda, quem fosse mais longe e questionasse a legitimidade da festa. Romeu, do 2º ano de Filosofia, defendeu que "o dinheiro gasto aqui era mais bem gasto a ajudar os alunos".