“Bombeiro” foi a palavra eleita pelos portugueses na votação da Porto Editora. Mas qual será a palavra do ano 2013 escolhida pelos alunos da Universidade do Minho? A maioria dos estudantes minhotos, inquiridos pelo ComUM, escolheu a palavra “crise” como aquela que melhor representa o ano transato. Para Hélder Rainha e Silva, “é do que mais se ouve falar… todos os dias no telejornal, nos jornais”.

Sandra Machado, 19 anos, Química

“Escolho a palavra saúde porque penso que 2013 foi um ano em que as pessoas se importaram demasiado com coisas fúteis quando o que realmente importa é ter saúde. Acho que sem saúde não há alegria e o resto vem com ela”.

Liliana Marques, 18 anos, Línguas e Literaturas Europeias

“A palavra do ano para mim foi praxe. Foi a palavra que eu mais usei e também a mais nova, a mais recente na minha vida”.

Hélder Rainha e Silva, 24 anos, Engenharia Biológica

“Em 2013 a palavra do ano, para mim, foi crise. É do que mais se ouve falar… todos os dias no telejornal, nos jornais. É aquilo de que se fala no dia-a-dia, toda a gente fala sobre isso”.

Rafael Santos, Direito

“Para mim, a palavra mais usada no ano 2013 foi crise devido aos motivos económicos e pelo período que o país atravessa. Pelas medidas de austeridade e pela entrada da Troika… foi a palavra mais usada pelos meios de comunicação para transmitir o que se passava no país”.

Ricardo Guimarães, 20 anos, Direito

“Na minha opinião, a palavra que marcou 2013, e irá marcar estes anos que se seguem, é futuro. Falo por mim e por muitos colegas… A nossa maior questão, a nossa maior dificuldade hoje em dia é pensar sobre o futuro. Penso que futuro é a palavra mais adequada para a nossa geração e aquilo em que nos devemos focar. Temos que nos focar no presente, claro. Mas o futuro é uma palavra que nos assombra…”.

Márcia Carvalho, 20 anos, Engenharia Informática

“Para mim, a palavra que marcou 2013 foi crise. Se calhar é uma escolha repetitiva mas acho que é inevitável. Penso que qualquer pessoa sente os efeitos desta crise… Acho que temos poucas perspetivas e as poucas que temos são negativas. Não há nada que faça as pessoas pensarem que as coisas vão melhorar. Eu própria senti falta de dinheiro, de perspetivas de emprego…”.