Termina hoje a atividade do ComUM no ano letivo 2013/2014. Num ano em que o site parecia querer dificultar, a vontade de uma equipa empenhada e motivada não deixou ficar mal o jornal de todos nós. O balanço, por isso, não podia ser mais positivo.

O ano foi cheio. Cheio de novidades e de contrariedades. Mas foi, acima de tudo, cheio de desafios, que puseram à prova as capacidades de um grupo que deu o máximo de si para não deixar cair este projeto. Importa, assim, destacar a humildade e a tenacidade de quem abdica dos tempos livres em favor de um projeto ComUM, que ‘apenas’ ensina e dá experiência.

Importa pensar, antes de mais, que fizemos jus ao nosso lema: ser ComUM, pensar diferente. Tentámos sempre procurar o novo e o diferente e, com a habilidade e a disponibilidade que, enquanto estudantes, vamos tendo, mostrámos o que ninguém mostrou.

A secção de Multimédia comprovou a importância que tem num qualquer jornal online. Pôs, por várias vezes, um cunho distinto em temas que o pediam e, com vídeos, fotos ou sons, deu uma outra vida ao jornal.

Sociedade, secção basilar, esteve à altura daquilo que era espectável e necessário. Tratou, com o rigor que lhe era exigido, os temas que mais interessam à comunidade académica e, nas alturas em que era preciso um esforço extra, não falhou.

Desporto também não desiludiu. Cumpriu com a habitual cobertura dos jogos das equipas minhotas nas várias modalidades, mas conseguiu ir além daquilo que é costume ver numa qualquer secção de Desporto. Procurou o que de melhor se fez desportivamente no Minho e deu conta de aspetos curiosos sobre a região.

Destaque especial merece também a secção de Cultura. Mais do que anúncios de eventos, a equipa de Cultura do ComUM mostrou o que de bom houve no Minho, dando voz a quem bem sabe ‘contar’ a cultura minhota.

Também Crítica, apesar de menos ativa este ano, soube fazer comentários e recomendações pertinentes sobre álbuns, filmes ou livros, procurando reinventar-se e trazer coisas novas ao jornal.

O Departamento de Comunicação do ComUM não merece menção menos honrosa. Deu novos e importantes passos e fez do ComUM um jornal mais profissional e abrangente.

“Sem muitos recursos, mas com imensa vontade, estes alunos dão muito de si ao jornal de todos nós.(…) Mas não se pense este ‘voluntariado’ como um capricho ou uma brincadeira”. Relembrando o que havia dito no meu primeiro editorial enquanto diretora, aproveito para dar os parabéns a toda esta equipa incansável e sempre disponível a fazer o melhor pelo ComUM.

Na realidade, todo este trabalho interno seria em vão se não houvesse quem o visse. Apesar de se assumir como uma oficina de aprendizagem, o ComUM precisa de leitores. Por isso, cabe-nos agradecer o acompanhamento que, de uma forma ou de outra, sempre tivemos.

Há, no entanto, apoios internos que nem sempre são visíveis e que merecem uma palavra especial. O professor Manuel Pinto, que sempre se mostrou disponível em colaborar com toda a equipa, e o professor Alberto Sá, que foi incansável no momento de construção do novo site, foram importantes amparos. O professor Albertino Gonçalves, pelo seu trabalho na Opinião, merece também um agradecimento especial.

Despeço-me do ComUM com a sensação de dever cumprido e com a certeza que em setembro voltaremos fortes. Não vou estar na direção, mas estarei sempre com um olhar atento àquilo que se passará no melhor jornal da academia. Até porque serei sempre ComUM e levarei muito desta experiência para a minha vida. Até setembro!