As bolsas que a Universidade do Minho (UMinho) lançou para os 15 melhores candidatos ao curso de Engenharia Civil parecem não ter sido suficientemente apelativas para atrair mais estudantes. Apenas oito alunos ingressaram no curso.

Das 50 vagas disponíveis no Concurso Nacional de Acesso ao Ensino Superior para o curso de Engenharia Civil, apenas oito foram ocupadas, deixando sete bolsas disponíveis. O programa, que contou com a participação de empresas de construção, estava destinado aos 15 melhores candidatos, mas apenas oito alunos terão as propinas pagas, durante os cinco anos curso.

O diretor de Engenharia Civil, Jorge Pais, considera que os resultados não corresponderam às expectativas. “Obviamente estávamos à espera de mais candidatos, principalmente depois de termos lançado esta iniciativa e de termos conseguido que oito empresas pagassem as 15 bolsas”, explica Jorge Pais.

O programa de bolsas de estudo, além de garantir o pagamento das propinas aos 15 melhores candidatos, também oferece um estágio remunerado de um ano a cada estudante, após a conclusão do curso. A parceria da UM com oito empresas de construção pretendia travar a fuga de alunos à licenciatura em Engenharia Civil, que, ao longo dos anos, se te vindo a acentuar.