O Centro de Estudos do Curso de Relações Internacionais (CECRI) da Universidade do Minho promoveu esta terça e quarta-feira uma simulação da assembleia-geral da Organização das Nações Unidas, na Escola de Economia e Gestão.

A iniciativa, que acabou por abranger mais cursos para além de Relações Internacionais, teve como objetivo dar a conhecer a burocracia da ONU, debater temas em voga na política internacional e dar aos participantes a oportunidade de melhorar as suas técnicas de negociação.

Os alunos assumiram o papel de delegados de um Estado-membro junto das Nações Unidas e defenderam a sua posição externa, à semelhança do que acontece nos bastidores da ONU.

“Ao ter de encarar um papel e defender um país, os alunos acabam por desenvolver capacidades como a oratória, capacidade de negociação, capacidades práticas que as aulas não oferecem tanto. E é este mesmo o objetivo de simulações como esta: desenvolver as capacidades dos alunos fora das aulas, desafiando-os a sair da zona de conforto e superar os seus limites.”, afirma Rita Amorim (CECRI).

Durante estes dois dias, foram discutidos  temas  como “Terrorismo religioso – Causas e Consequências”, “Progresso social no Brasil – Combate à Estagnação Social e Económica”, “Princípio da interferência em conflitos terceiros – Soberania do Estado ou Defesa dos Direitos Fundamentais?” e “Objetivos do Milénio para 2015 – Reavaliação e Soluções”.