Homem do Jogo

Marcano

O central espanhol continua a ser umas das peças fundamentais no tabuleiro de Nuno Espírito Santo. Os azuis e brancos continuam com o melhor registo defensivo na Liga NOS e a parceria Marcano – Felipe tem dados frutos desde o início da época. O defesa de 29 anos, no jogo frente aos minhotos, destacou-se principalmente pela sua participação no ataque portista. Respondeu da melhor forma a um pontapé de canto, registando o seu segundo golo da Liga. Foi decisivo no lance do segundo golo dos portuenses, recuperando uma bola perdida na área dos homens de Moreira de Cónegos e assistindo o compatriota Oliver Torres. Implacável.

Em cima

Alex Telles

No início da temporada, muitos adeptos portistas criticaram a contratação do lateral esquerdo brasileiro, principalmente devido aos seis milhões de euros que o clube portista teve que desembolsou. No entanto, o defesa ex-Galatasaray ganhou o seu lugar na equipa e beneficiou das lesões de Maxi Pereira e Layun para se afirmar como um dos jogadores mais influentes da conjunto de Nuno Espírito Santo. No primeiro tempo, o brasileiro ofereceu velocidade e dinâmica ao ataque portista, através das suas investidas pela ala esquerda. O primeiro golo da equipa da casa surgiu após a marcação de um livre do brasileiro, demonstrando a sua versatilidade dentro de campo.

Nuno Espírito Santo

Apesar da contestação dos adeptos portistas perante a série menos positiva do FC Porto, o treinador azul e branco não mudou a sua atitude e manteve a confiança no seu habitual onze. Com a excepção da ausência de Rúben Neves – de fora por lesão -, os mesmos homens que empataram a zero frente ao Paços de Ferreira conquistaram os três pontos frente aos minhotos. O técnico de 42 anos aproveitou da melhor forma os deslizes do Benfica e Sporting e ascende ao segundo posto da tabela. Como diria Paulo Bento, “é preciso tranquilidade”, e Espírito Santo demonstrou-o fora das quatro linhas.

Em baixo

Moreirense

Após a vitória caseira frente ao FC Porto para a Taça da Liga, esperava-se um Moreirense diferente no Dragão. Desde cedo, a equipa da casa controlou as operações do encontro, o que era expectável. Por outro lado, também se esperava que o Moreirense oferecesse alguma resistência ao ataque portista e que assustasse Iker Casillas em contra-ataques, tal como o Boavista fez na Luz, algo que não aconteceu.

A turma de Augusto Inácio, à excepção de um remate de Geraldes defendido pelo guardião espanhol, não conseguia organizar-se ofensivamente de modo a criar chances de perigo. Após o primeiro golo, os minhotos entregaram totalmente o jogo ao FC Porto. A expulsão de Geraldes no término do primeiro tempo arredou qualquer tipo de possibilidades dos “cónegos” de conquistarem um resultado positivo.