Homem do Jogo

André Coelho

O jovem de Nelas voltou a mostrar o porquê de ser considerado um dos melhores jogadores jovens do futsal nacional. Sempre atento, o internacional português foi uma verdadeira “carraça” para Elisandro, impedindo que o pivôt encarnado conseguisse ganhar espaço na área arsenalista. Nos processos ofensivos, mostrou sempre irreverência e disponibilidade, capitalizando com um belo golo após um remate de longa distância. Incansável.

Em cima

Bruno Cintra

Que exibição do jovem brasileiro! Desde cedo, mostrou-se bastante perigoso no último terço do campo, desequilibrando a estrutura defensiva do Benfica. À passagem do minuto três, fez o primeiro golo da partida e colocou a sua equipa em vantagem. Após o tento certeiro, foi preponderante nas tarefas defensivas, conseguindo recuperar várias bolas na zona de construção encarnada. O ex-Burinhosa voltou a exibir-se a um grande nível, tal como tem feito ao longo da época.

Rafael Hemni

O japonês foi o principal desequilibrador da equipa benfiquista. Aproveitando a marcação cerrada de André Coelho (e por vezes Nilson) a Elisandro, Hemni ganhou espaço para circular o esférico à volta da área dos minhotos. Assim surgiu o seu golo, com um belo chapéu por cima de Vasco Ribeiro.

Paulo Tavares

Um treinador pouco pode fazer num jogo deste calibre, mas o trabalho de casa foi feito na perfeição pelo treinador dos arsenalistas. O técnico bracarense optou por colocar André Coelho numa posição mais defensiva, surpreendendo os encarnados, que não conseguiam por em prática o seu jogo com o pivôt. Quando Elisandro aprendia as “manhas” defensivas de André Coelho, trocava o internacional português por Nilson, que esteve irrepreensível. Acertou sempre nas substituições e foi feliz na troca de guarda-redes nas grandes penalidades. Ainda dizem que a experiência não conta…

Em baixo

Elisandro

O brasileiro não foi feliz no Pavilhão da Universidade do Minho. Sempre pressionado pelos bracarenses, nunca conseguiu ganhar espaço junto à área minhota e falhou várias recepções de bola. A culpa não é totalmente sua, visto que o Benfica não conseguiu encontrar alternativas ofensivas, mas foi um dia não para o ex-Intelli.

Patias

O italiano não conseguiu desiquilibrar a defensiva minhota, quer através de iniciativas individuais, quer por remates de longe. O internacional italiano foi sempre previsível nos seus processos e caiu bastantes vezes nas armadilhas defensivas do conjunto da casa.