O Encontro Nacional de Direções Associativas (ENDA) esteve, no passado fim-de-semana, em Viana do Castelo e, em Setembro ruma a Braga para mais uma edição. A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) foi o movimento associativo escolhido para organizar o próximo encontro, que decorrerá nos dias 9 e 10 de Setembro, no campus de Gualtar.
Neste encontro, debateram-se temas como a organização do ensino superior e os níveis de ação social praticados. Foi dado destaque ao abandono escolar que, para os movimentos associativos, é um dos pontos que deve ter maior expressão no panorama do ensino em Portugal. O objetivo é que, em parceria com as instituições, seja elaborado um relatório anual que dê conta desta realidade, com vista à recompensação das instituições que mais lutam para a reduzir.
Os temas em debate nestes encontros relacionam-se com aquelas que são as principais preocupações e problemas apontados pelos alunos universitários portugueses. O desemprego jovem, assim como a criação de um plano de rentabilização dos serviços de ação social e a reorganização das ofertas formativas foram alguns dos assuntos abordados.
Na reunião realizada no Instituto Politécnico de Viana do Castelo foi também escolhido o novo representante para o concelho coordenador do ensino superior. Xavier Vieira, presidente da Associação Académica da Universidade de Aveiro (AAUAV) foi o eleito para o cargo. Em declaração ao Jornal online da UA (Universidade de Aveiro), Xavier assume-se como “o representante de todos os estudantes do ensino superior nacional universitário”.



Junho 15, 2017
Depois do que se passou em Viana do Castelo essa associação deveria simplesmente se auto-dissolver. A reação de seus responsáveis diante do comportamento machista de parte dos participantes desqualifica essa entidade para falar em nome dos estudantes. Pelo que vi numa fotografia parte dos membros da mesa estava de uniforme de estudante, uma reminiscência do fascismo inédita em qualquer país civilizado, que deveria ser proibida em âmbito universitário, e que faz parte do contexto da prática das praxes, pois se esse energúmenos não andassem fardado seriam simplesmente encarcerados pelas autoridades. Ser estudante não é um direito adquirido. Há que merecê-lo. O que visivelmente não é caso dos dirigentes dessa associação.
Junho 15, 2017
Depois do que se passou em Viana do Castelo essa associação deveria simplesmente se auto-dissolver. A reação de seus responsáveis diante do comportamento machista de parte dos participantes desqualifica essa entidade para falar em nome dos estudantes. Pelo que vi numa fotografia parte dos membros da mesa estava de uniforme de estudante, uma reminiscência do fascismo inédita em qualquer país civilizado, que deveria ser proibida em âmbito universitário, e que faz parte do contexto da prática das praxes, pois se esse energúmenos não andassem fardado seriam simplesmente encarcerados pelas autoridades. Ser estudante não é um direito adquirido. Há que merecê-lo. O que visivelmente não é caso dos dirigentes dessa associação.