A investigação prende-se com a existência de um documento onde estão presentes 2,5 milhões de euros em faturas falsas e pagamentos sem fatura.
O Ministério Público abriu um inquérito para investigar uma possível existência de um “saco azul” na SAD do SC Braga, no valor de 2,5 milhões de euros. Em causa estão faturas de serviços nunca prestados, comissões de transferências de jogadores, falsificação de documentos para eleições, alegadas viagens e compensações a pessoas externas ao clube.
A notícia foi avançada pelo Jornal de Notícias e a Procuraria Geral da República confirmou à RTP que a queixa já deu origem a um inquérito.O SC Braga já reagiu através de um comunicado publicado no site do clube.
Os responsáveis minhotos lembram que “no início de julho, a SC Braga, SAD apresentou uma queixa-crime, ao Ministério Público, contra o Sr. João Gomes, por factos praticados contra esta e que levaram ao seu despedimento (Processo Nº 2052/18.8T9BRG – 3ª Secção DIAP Braga)”. Referem ainda que “nenhum responsável do Clube ou da SAD foi, desde então, inquirido sobre o processo ou os elementos que dele constam.”
No entanto, garantem que se vão disponibilizar “desde a primeira hora para toda e qualquer colaboração que permita esclarecer sobre a chantagem levada a cabo contra a SAD e sobre a gravidade das suas infundadas acusações.”


