Homem do jogo

Corona

O mexicano já estava a fazer das suas habituais habilidades a lateral, onde começou o jogo, mas a passagem para extremo fê-lo subir de nível. O segundo golo deve-se a uma grande arrancada de Corona, o lado direito do ataque portista ganhou uma nova vida com os sprints e maldades do número 17.

Em cima

Davidson

O avançado parecia ser o mais insatisfeito com a fraca exibição da equipa. Por entre algumas tentativas de furar a defesa azul e branca, teve nos pés o único momento de perigo dos pupilos de Ivo Vieira na primeira metade. Na segunda parte, manteve o descontentamento e quase todos os lances de perigo vimaranenses tiveram o seu cunho pessoal.

Romário Baró

17 minutos em campo foram suficientes para mostrar que, se calhar, merecia mais e que pode fazer a diferença. Substituiu Marega aos 77, mas já o devia ter feito há mais tempo.

Em baixo

Primeira parte

A falta de criatividade reinou durante todos os primeiros 45 minutos. A vontade de chegar à final pareceu sobrepor-se à vontade de ganhar e o medo de sofrer manteve as equipas presas. Apesar de uma equipa azul e branca superior e sempre com mais bola, o jogo foi adormecido e deixou a desejar de ambos os lados.

White Angels

Se dentro de campo o jogo estava a ser fraco, as tochas vindas da bancada vimaranense só pioraram a situação. A claque do Vitória SC não conseguiu encher a bancada que lhe foi atribuída e ainda obrigou a que o jogo fosse interrompido.

Marega e Soares

Os avançados portistas perderam bolas atrás de bolas. Marega saiu aos 77 minutos e já justificava a troca há muito. Soares até marcou o golo da vitória, mas os restantes erros mancharam a sua exibição, principalmente, o facto de ter cometido a grande penalidade, aos 63.