Num jogo entre cordas soltas e sensações, a harpista espanhola, Angélica Salvi, apresentou-se à cidade minhota com o seu primeiro disco a solo, “Phantone”.

No sábado à tarde, o gnration deixou o palco reservado para o concerto a solo da harpista espanhola Angélica Salvi. Fazendo-se acompanhar da sua harpa eletroacústica, a artista proporcionou um ambiente dinâmico vulnerável à tranquilidade, destinado a miúdos e graúdos.

Inscrita na programação do Circuito – o Serviço Educativo da Braga Media Arts que se foca em promover atividades culturais para toda a comunidade bracarense – a performance da harpista espanhola teve como mote “Phantone”, o primeiro álbum a solo da artista.

Gravado em Portugal, no Mosteiro de Renfude, o disco arrasta consigo uma compilação de músicas que, segundo Angélica, representam cores, paisagens e sensações. Dentro de um cenário imaginário deste espaço sonoro, o concerto iniciou-se ao som de dinâmicas musicais, numa variação entre graves e agudos.

Articulando dedilhados com os diferentes efeitos sonoros que conferia às linhas musicais, Angélica Salvi transformou a sala de espetáculos num espaço harmonioso e acolhedor.

A envolvência entre a artista e o público sobressaiu com o ambiente intimista instaurado, havendo lugar para uma troca de palavras no final.