Concerto online e concurso de oralidade assinalam entrada no “Ano do Boi”.

Na noite desta sexta-feira, o Instituto Confúcio da Universidade do Minho (ICUM) assinalou a entrada no Ano Novo Chinês, o “Ano do Boi”, com um concerto online. Zhu Fengping, professora do Instituto, interpretou cinco peças do cancioneiro tradicional chinês no guzheng, como “Radiante de alegria” e “A batalha do tufão”.

O guzheng é um instrumento de cordas genuinamente chinês, composto por 21 cordas repartidas em cinco ordens, com cavaletes móveis. Trata-se de um instrumento popular utilizado na música do sul da China, importante no período imperial a partir do século VI.

Para celebrar a efeméride, o ICUM transmite ainda este sábado, das 17h30 às 20h30, a final da primeira edição do seu concurso de oralidade. “O mundo mágico dos sons e tons da língua chinesa” contou com a participação de alunos de dez escolas de Braga, Porto, Famalicão e Lousada, apurados em duas eliminatórias ao longo de dezembro e janeiro.

As provas incidem na reprodução do som de certas vogais, além da leitura de uma sílaba, de um carater ou palavra e de uma frase, tendo em conta a pronúncia e o tom. Os prémios incluem uma propina do Summer Camp da Universidade do Minho, um recorte de papel, um dicionário ilustrado e um livro.

O Instituto Confúcio da Universidade do Minho nasceu em 2006, fruto de uma parceria com a Universidade de Nankai e o Governo chinês, sendo o primeiro no espaço lusófono. As iniciativas do Ano Novo Chinês visam estimular o interesse dos estudantes pela cultura daquele país asiático, permitindo-lhes, por um lado, conhecer a música tradicional e, por outro, demonstrar aptidões de oralidade em mandarim.