A campanha de recolha de sangue termina esta quarta-feira, na sede da AAUM no Campus de Azurém.

A Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM) está a promover uma campanha de recolha de dádivas de sangue, que “desafia todos os estudantes a participar com o regresso dos Heróis de Capa Negra”. A iniciativa decorre até esta quarta-feira, na sede da associação no Campus de Azurém, e resulta de uma colaboração com o Instituto Português do Sangue e da Transplantação (IPST).

Em entrevista ao ComUM, a vice-presidente do Departamento Social da AAUMinho, Mariana Monteiro, explica que um dos objetivos do projeto é “incentivar novos dadores a iniciarem o seu percurso de doações de sangue”. A estudante de mestrado revela que “as dádivas são um evento que a associação académica tem sempre o maior gosto e empenho em realizar”.

Assim, considera que a AAUM “tem a missão de oferecer aos estudantes da universidade oportunidades de praticarem a sua responsabilidade social e que as dádivas são um exemplo disso”. Mariana Monteiro acredita que “os estudantes estão sensibilizados para a necessidade de doar sangue”, o que se concretiza anualmente numa forte adesão por parte da comunidade estudantil ao projeto. “A Universidade do Minho foi, em 2016, o instituto de ensino superior líder nos rankings de dádivas e acredito que este ano voltaremos ao pódio, porque os alunos minhotos são responsáveis e percebem essa importância”, afirma.

A aluna reitera que “doar sangue é imprescindivelmente importante”. Por esta razão, considera que os estudantes participantes são “verdadeiros heróis, visto que doar sangue é salvar vidas”.

Carla Santos, estudante de Administração Pública, foi uma das “heroínas” que participou na campanha. Em declarações ao ComUM, admitiu que gosta de doar de sangue, tendo já doado no IPO. “Acho que toda a gente devia dar, pois é algo que faz muita falta aos outros”, constatou. Por sua vez, Rosa Oliveira, trabalhadora não docente da UMinho, revelou que é dadora de sangue desde que começou a trabalhar na universidade. “Ajudar quem precisa” é a principal razão pela qual adere à iniciativa.