É o sétimo ano consecutivo em que o ComUM é nomeado para os prémios de ciberjornalismo.

A reportagem “Nas profundezas do íntimo. A pornografia à sombra do desejo” é da autoria de Ana Sousa, Beatriz Duarte e Rui Pedro Félix e está nomeada para a categoria de Ciberjornalismo Académico. Os vencedores da 14ª edição dos Prémios de Ciberjornalismo vão ser conhecidos no próximo dia 15 de dezembro.

Na mesma categoria está também nomeada a reportagem “Europa: o porto seguro? A viagem de uma família em busca de paz”, uma iniciativa individual da Universidade do Minho e “Síndrome de Tourette: Os tiques não os definem”, um trabalho individual do JornalismoPortoNet (JPN). A votação ao público está aberta até dia 13 de dezembro.

Os Prémios de Ciberjornalismo são uma iniciativa anual do Observatório de Ciberjornalismo, núcleo de investigação da Universidade do Porto. O ComUM venceu o prémio nos anos de 2015, 2017, 2018 e 2019, tendo perdido no ano passado para uma reportagem do projeto REC- Repórteres em Construção.

Em 2015, a reportagem “Por onde já não navegamos”, da autoria de Ricardo Castro e Rui Barros, foi a grande vencedora da categoria. Em 2017, venceu a reportagem “26 Km² de silêncio entre Portugal e Espanha”, de Paulo Costa e Pedro Esteves. Em 2018, o ComUM recebeu o prémio com a reportagem  “Águas paradas movem o Tâmega?” , de Ana Maria Dinis e Ana Rita Martins. Em 2019, o jornal académico viu-se vencedor com a grande reportagem  “Entre o éter e o digital, “a rádio é aquilo que somos”, da autoria de Diogo Rodrigues e Rui Araújo.