Lauren Spencer Smith lançou o seu primeiro álbum no passado mês de julho. Mirror tem 15 temas e é composto por singles já estreados anteriormente e novas canções. A artista promove as suas criações na plataforma TikTok, onde conquistou grande parte do seu público.

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O primeiro tema é “Never Been In Love”, que aborda a experiência numa relação na qual não estamos apaixonados, mas desejamos sentir esse amor. É seguido por “Love Is An Overstatement” que segue a mesma dinâmica de que nem todas as relações são dignas de ser chamadas de amor. O terceiro tema é “Fingers Crossed”, que assim como “Fantasy”, “Narcissist”, “28”, “Best Friend” “Breakup”, “Flowers” e “That Part” que já tinham sido lançados anteriormente. Incorporam o álbum como temas número quatro, cinco, oito, dez, doze e treze, respetivamente.

“Fingers Crossed”  tem como conceito “fazer figas” quando nos declaramos a alguém, ou seja, a mentira. “Fantasy” é esperar pelas boas atitudes de alguém tóxico, para transformar essa relação numa fantasia. “Narcissist” conta as características que um narcisista apresenta numa relação. “Bigger Person” é o tema seguinte, que também é o preferido da cantora. Fala de sermos sempre o lado mais maduro e o que, sempre, acaba por ceder.

“Aftermath” tem o sétimo lugar do álbum, e nele temos uma boa descrição do que é o fim do relacionamento e o aceitar do mesmo, quando não o esperávamos. “28” é a música que lançou muito mistério sobre o que seria até que, numa entrevista, a cantora revelou que se trata do relacionamento do seu pai com uma mulher de 28 anos.

“Best Friend Breakup” é a balada que precisávamos. Muitas vezes perdemos uma amizade que nos doeu mil vezes mais que um namorado(a), e não sabíamos como explicar esse sentimento. Aqui está a resposta! “Too Hurt To Fall In Love”  descreve todos os medos e das consequências de um coração partido quando finalmente nos aparece alguém digno do nosso amor. “Hey” é, também, uma bela balada de dúvidas sobre a entrega ao amor. “ily”  incorpora a mesma vibe das canções anteriores.

Em “Flowers” voltamos a viver um relacionamento com uma pessoa errada. Apesar de dizer o que queremos ouvir e nos dar flores para pedir desculpas, não é quem nos merece. “Do It All Again” finaliza o álbum de melhor forma. Prevalece a ideia de que, apesar de tudo o que sentimos quando vivemos situações como as que são descritas no álbum, “nós faríamos tudo de novo”. São estas experiências que nos dão inspiração e nos fazem ser quem somos e ter a visão que temos.

Mirror reflete o impacto que as relações interpessoais têm em nós. Como também, a forma como essas experiências se vão refletir mais tarde, em momentos semelhantes.