Ilda Lima, Joana Oliveira e Maria Francisca Barros são as autoras do projeto.
A reportagem “Entre o Sentir e o Ser”, submetida pelo ComUM, venceu o prémio de ciberjornalismo, na categoria de ciberjornalismo académico, pela votação do júri. A entrega decorreu esta terça-feira durante as Jornadas do Ciberjornalismo, organizadas pelo Observatório de Ciberjornalismo, na Faculdade de Letras da Universidade do Porto (FLUP).
O projeto vencedor da categoria explora a educação para a sexualidade em Portugal e foi realizado pelas estudantes Joana Oliveira, Maria Francisca Barros e Ilda Lima. A concurso estava também o projeto “Depois do sonho do futebol. “Nunca tive um plano”: a nova vida de ex-futebolistas”, em nome do ComUM e com realização de Paulo Folha e Carlos Marques. Depois desta edição, o ComUM acumula um total de sete prémios de ciberjornalismo. Para além destes, também a reportagem “Cuidadores informais e a falta de apoio. Não existe obrigação. O que existe é a vontade de cuidar”, realizada por Maria Carvalho e Nuno Diogo Pereira, alunos de ciências da comunicação, arrecadou o voto do público.
O ComUM fez parte do painel do debate “Observar o Ciberjornalismo em Portugal”, ao lado de nomes como Teresa Abecassis (Observador), Rúben Martins (Público) e Catarina Carvalho (Mensagem de Lisboa). Os participantes analisaram a relação entre a era digital e o jornalismo, bem como a sua evolução ao longos dos anos, aliado à escassez de recursos.
Pela sexta vez consecutiva, o grande vencedor da principal categoria dos Prémios de Ciberjornalismo 2023 foi o Jornal Público que conquistou, simultaneamente, o voto do júri e a preferência dos utilizadores. Arrecadou seis prémios, seguindo-se o Observador com cinco e a Mensagem de Lisboa com dois prémios.
Atualizado: 30 de novembro de 2023


