A tradição junta três ou mais vozes.

“Canto a Vozes” foi distinguido Património Nacional Cultural. A Associação de Canto a Vozes – Fala de Mulheres, criada em 2020 com o objetivo de defender os interesses de vários grupos de canto, liderou a candidatura. Desta associação fazem parte mais de 60 grupos entre os quais o Grupo Folclórico da Universidade do Minho.

Esta candidatura salienta a importância histórica desta prática e a urgência da sua valorização social. Esta luta foi reforçada em março de 2020, quando cerca de 360 vozes se reuniram em Viana do Castelo para demonstrar esta manifestação cultural que se espalha pelas regiões norte e centro do país, e que se tem vindo a tornar um reforço da identidade local a nível artístico. O próximo passo do grupo é a candidatura da prática a património da UNESCO.

O Grupo Folclórico da Universidade do Minho, ou GFUM, destaca o “Canto a Vozes” ou Canto Polifónico Tradicional, sendo uma prática recorrente e que muitas vezes destaca no seu repertório. Exemplos desses momentos são os concertos “Canção Bracarense” e “Quem canta os seus males espanta” e a rubrica que tem presença mensal nas suas redes sociais “Canto destes cantos”. A passagem desta tradição de voz em voz tem mantido esta tradição viva.