O propósito é apoiar jovens artistas e companhias de teatro emergentes na produção de espetáculos.

Até dia 13 de abril, jovens artistas e companhias de teatro emergentes podem candidatar-se à 8.ª edição da bolsa Amélia Rey Colaço, desde que tenham residência em Portugal. Fruto da associação entre a Oficina/Centro Cultural Vila Flor (Guimarães), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), o Teatro Nacional D. Maria II (Lisboa) e o Teatro Viriato (Viseu), a bolsa destina-se a apoiar a produção de espetáculos.

Atribuída anualmente desde 2018, em homenagem à atriz e encenadora Amélia Rey Colaço, esta bolsa de criação tem vindo a dar mais oportunidades a novos talentos. O projeto vencedor receberá um prémio de 24 mil euros, para além de apoio à sua produção.

Este apoio inclui o acesso a quatro residências artísticas, a realizar em Guimarães, Lisboa, Montemor-o-Novo e Viseu. Por fim, o projeto será apresentado em Lisboa em maio de 2026 e, posteriormente, nos restantes locais parceiros da bolsa.

A decisão do vencedor da edição deste ano cabe a oito jurados, nos quais se incluem os diretores artísticos de cada espaço associado. O resultado será anunciado a 6 de junho. Neste dia, dá-se também a estreia, em Guimarães, de “Corre, bebé!”, de Ary Zara e Gaya de Medeiros, vencedor da última edição da Bolsa.

A consulta de mais informações e as candidaturas para a 8.ª edição da Bolsa Amélia Rey Colaço podem ser realizadas online em www.aoficina.pt.