Temáticas como escola, vida e sociedade estão no centro do debate.
Teve início ontem, 16 de junho, a Bienal de Educação promovida pelo Instituto de Educação da Universidade do Minho, sob o mote “o futuro é a educação: as pessoas, a vida e a escola”. O evento, que decorre até sexta-feira, afirma-se como um espaço de reflexão científica e cívica, plural e internacional, reunindo investigadores, educadores, estudantes e decisores políticos para debater criticamente os grandes desafios que se colocam atualmente na educação.
Entre os participantes confirmados destacam-se figuras de relevo no panorama educativo nacional, como Paulo Pires do Vale, comissário do Plano Nacional das Artes; Nuno Ferro, presidente do Conselho Científico do Instituto de Avaliação Educativa (IAVE); e Filinto Lima, presidente da Associação Nacional de Diretores de Agrupamentos e Escolas Públicas. A conferência é estruturada em torno de quatro eixos temáticos: Educação, saúde e sustentabilidade; Pedagogia e currículo; Avaliações em educação; e Comunidades educativas.
Na sessão de abertura, a presidente do instituto, Beatriz Pereira, sublinhou à Rádio Universitária do Minho (RUM) o objetivo central da iniciativa: “pretendemos que, a partir de cada um dos eixos, seja feita uma reflexão cuidada. Dessa reflexão, com vários olhares e vários pensamentos, que não serão necessariamente convergentes, vamos dar contributos para a educação que possam influenciar positivamente políticas educativas determinantes para as próximas décadas”. Também o reitor da Universidade do Minho, Rui Vieira de Castro, reforçou a ambição do evento, sublinhando a importância de que a Bienal gere propostas concretas capazes de influenciar as políticas públicas num momento crucial para a educação.
Ao longo da semana, o programa contempla conferências, mesas redondas, painéis temáticos e comunicações de participantes, abordando temas que cruzam a educação com cidadania, sustentabilidade, equidade, bem-estar e inovação pedagógica. A comunidade do Centro de Investigação em Educação (CIEd) é especialmente convidada a participar de forma ativa, quer através da submissão de propostas de comunicação e simpósios, quer na dinamização de debates que aprofundem os quatro eixos temáticos da Bienal


