O evento conta com o apoio da DGArtes, da Antena 2 e dos Municípios parceiros.

A terceira edição do Festival Província Sonora arranca em julho e decorre até outubro, com paragens em várias localidades de Portugal e, pela primeira vez, por Badajoz, em Espanha. Organizado pela Artway, o evento aposta numa programação itinerante com concertos, workshops e projetos de criação artística, sempre em diálogo com os lugares e as comunidades que o acolhem.

No Minho, o festival realiza-se em Vieira do Minho, nos dias 4 e 5 de julho, e em Vila Verde, no dia 19. Em Vieira, a Casa de Lamas recebe o workshop “Era uma vez a lã”, com Dalila Teixeira e Melissa Fontoura, e concertos com o Bando de Surunyo, Ensemble Darcos e Coro Ricercare. “Desgarrada Encantada”, espetáculo ao ar livre que cruza músicos eruditos e populares, encerra a programação local.

Em Vila Verde, o Centro de Artes e Cultura acolhe o mesmo workshop e concerto, pensados também para o público infantojuvenil. O projeto junta canções e danças tradicionais portuguesas a obras de compositores como Debussy, Ravel e Fauré. A iniciativa reforça o carácter formativo e intergeracional do festival.

Nos meses seguintes, o evento segue para Póvoa do Lanhoso, Chaves, Sardoal, Setúbal e Badajoz, com nomes como Miguel Borges Coelho, Daniel Moreira, Ensemble Darcos, Coro Ricercare e MAAT Saxophone Quartet. Este último apresenta o projeto “Echo Rising Stars”, com música dedicada às alterações climáticas, nomeado ECHO Rising Star para 2025/2026. Em Setúbal, destaca-se os Clarinetes Ad Libitum, que dinamiza formações para clarinetista que participarão na atuação final “Desconcerto”.

Com o apoio da DGArtes, da Antena 2 e de vários municípios parceiros, o Festival Província Sonora 2025 continua a afirmar-se como um exemplo de descentralização cultural e valorização dos territórios.