O jornalismo é um dos pilares da sociedade moderna. Ainda que alguns contestem esta afirmação, basta prestar atenção ao funcionamento do mundo para perceber que é impossível negá-la. A prática jornalística já teve vários nomes e variadas formas, mas sempre se alicerçou na transmissão de informação. Numa era em que essa informação é cada vez mais tratada como mercadoria e que é monopolizada por um limitado número de organizações, não é surpresa que um projeto como o ComUM ganhe cada vez mais força.
O ComUM tem sido sinónimo de casa para muitos dos estudantes da licenciatura em Ciências da Comunicação da UMinho. É o primeiro sítio onde podem realmente experimentar o jornalismo e onde se podem pôr à prova.
No meu caso, foi o primeiro sítio, a nível académico, onde me senti acolhido e onde senti que estava a fazer algo útil pelo meu futuro e pela minha paixão. Antes de entrar na UMinho, não sabia da existência deste projeto, mas desde aí que tem sido parte da minha vida todos os dias. A primeira vez que temos oportunidade de dar voz à história de alguém não se compreende, sente-se.
Tenho muito a agradecer às equipas de edição, que sempre nos incentivaram a explorar coisas diferentes e que me ensinaram a escrever o meu primeiro artigo. A vontade de ajudar os outros move o ComUM e torna-o um espaço bonito e cheio de vida. Redatores, Editores, Locutores, Departamentos de Comunicação e Recursos Humanos entreajudam-se e cooperam todos os dias para fazer deste lugar uma casa em ‘ComUM’.
Aos que este ano nos deixaram, agradeço com admiração o seu contributo e o legado que por aqui ficou. Estou orgulhoso da equipa que tenho comigo e estou confiante de que não tomam este cargo de ânimo leve. Acredito que vai ser um ano em que vamos ser postos à prova, mas a vontade de levar o Minho a todos os cantos do país move-nos e sei que vamos fazer a diferença.
O ComUM encontra-se numa das suas melhores fases, muito graças ao trabalho incansável da Mariana Lopes para elevar o jornal a um novo patamar. Tive o gosto de poder fazer da sua equipa de direção e, antes, de ser um dos seus redatores. Pude aprender muito, a partir das suas capacidades de liderança e da sua resiliência. Prometo dar continuidade ao excelente trabalho que tem vindo a ser feito e prometo continuar a fazer com que o ComUM seja uma casa para a nova levada de futuros jornalistas.
Resta-me agradecer pelo voto de confiança e anunciar que a direção 2025/26 está pronta e com vontade para começar a trabalhar e para levar o jornal a novos horizontes, assegurando um futuro em ComUM.


