De 8 a 16 de novembro, Viana do Castelo celebra a XI Semana do Mar, uma iniciativa impulsionada pela Câmara Municipal, diretamente integrada nas comemorações do Dia Nacional do Mar, celebrado a 16 de novembro.
O mar é a grande inspiração para um programa de atividades direcionadas para a ciência, educação e valorização do património cultural vianense, com o envolvimento de escolas, famílias e a comunidade em geral. A semana arranca com visitas abertas ao público ao Centro de Mar, localizado à ré do navio Gil Eannes, onde os mais novos terão ainda a oportunidade de participar no ateliê “Entre nós e o mar”, conhecer a exposição “Algas em gesso” e ainda o workshop de cerâmica “Algas em cerâmica”, uma parceria com a Galeria e Oficina de Cerâmica e Azulejos.
De entre todas as atividades da semana, destaca-se o ateliê “Como funciona um moinho de maré”, dia 10 de novembro, a atividade “Náutica trocada por miúdos, a 11 de novembro e as visitas à lota da DocaPesca, de 10 a 13 de novembro, direcionadas ao público escolar. O ponto alto do evento será no dia 16 de novembro, o Dia Nacional do Mar, quando a companhia de teatro Krisálida interpretará a peça “O velho Eremita”, no Centro de Monitorização e Interpretação Ambiental de Viana do Castelo, às 11h00. Na parte da tarde, a exposição “Cara à vela” tomará forma no Parque Ecológico Urbano, onde serão exibidas velas pintadas por variados artistas, de maneira a homenagear a conexão profunda entre o mar, os navios e a cidade de Viana do Castelo.
O projeto “Cara à Vela”, outrora criado pelos irmãos Rui e Luísa coelho, foi o vencedor do programa “Viana Jovens com Talento 2024”. Atingiu o seu auge com uma regata no rio Lima, onde as velas foram transformadas em obras de arte – um verdadeiro espetáculo de tradição, memória e desporto náutico.
A Semana do Mar tem como objetivo sensibilizar a comunidade para a relevância do mar como elemento fulcral da identidade do povo português. Com um programa diverso e rico, ratifica o verdadeiro compromisso de Viana do Castelo com o seu património marítimo, essencial para a história da cidade.


