Concertos e cinema ocupam o gnration e o Theatro Circo ao longo do mês de julho.
O Julho é Jazz regressa este verão a Braga para mais uma edição, que decorre entre 1 e 11 de julho. A iniciativa volta a juntar o gnration e o Theatro Circo. O cartaz destaca a diversidade do jazz e da música improvisada, reunindo nomes consagrados e novos talentos.
A abertura acontece com o quarteto liderado por Past Thomas, que revisita o legado de Ahmed Abdul-Malik. O grupo apresenta uma abordagem contemporânea inspirada em influências do Médio Oriente e de África. A atuação marca o início de uma programação que privilegia a experimentação sonora.
Nos dias seguintes, o destaque vai para projetos nacionais e internacionais que cruzam estilos e gerações. Entre eles está o ensemble dirigido por Pedro Melo Alves, que apresenta uma nova formação mais alargada. O concerto reflete a evolução do projeto e a sua ligação à música contemporânea.
O festival inclui também a estreia do trio C.O.R, liderado por Gonçalo Cravinho Lopes. O grupo apresenta o seu primeiro disco num concerto ao ar livre. A proposta destaca uma nova geração de músicos ligados à improvisação.
Outro momento relevante é o encontro entre Maria João, André Mehmari e Carlos Bica. Os três artistas sobem ao palco numa colaboração inédita. O concerto reúne diferentes percursos num diálogo musical único.
Na segunda semana, o programa continua com atuações de artistas emergentes e regressos aguardados. Mário Laginha apresenta um novo trabalho a solo, após vários anos sem editar neste formato. Já Carlos Bica celebra três décadas de um dos seus discos mais marcantes com o projeto “AZUL”.
O encerramento fica a cargo do septeto de Patricia Brennan. O grupo traz um espetáculo que mistura influências do jazz, rock e música latina. A atuação promete uma abordagem rítmica intensa e contemporânea.
Além dos concertos, o evento inclui um programa de cinema dedicado ao jazz. Serão exibidos documentários sobre figuras históricas e momentos marcantes do género. A iniciativa reforça a dimensão cultural do festival para além da música ao vivo.
Os bilhetes e passes já estão disponíveis, com opções para cada semana do evento. A organização espera atrair público nacional e internacional. A nova edição confirma Braga como um ponto de encontro para os amantes do jazz.


